23.6.11

MOLHADAS PELO TEJO

Amarradas às cadeiras, as palavras ficaram molhadas. O Tejo veio salpicar o chão de uma esplanada em Santa Catarina. Tirei-as dali depois de beber a sangria. Agora não sei como as seco, não sei como as digo nem como as escrevo.

3 comentários:

ana clara visconte disse...

Não as deixes secar... deixa-as sair. O sol e o vento tratam disso... Quanto à sangria... também bebia...;)

carlos pereira disse...

Experimente pendura-las no estendal da memória

Dobra disse...

:))

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