26.10.08

LUX FRÁGIL

As pernas estavam abertas. Todos entramos pela enorme vagina. Lá dentro havia gente e música. Havia homens a conversar com homens, camas com corpos deitados e copos com lágrimas contentes. As mulheres estavam despertas. Em frente ao rio, dentro daquela vagina, todos éramos quase iguais.

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