2.5.12

Cheia de raiva



Não me vou embora sem perceber o grito e a dobra que o enrola. Depois, sento-me a olhar para o dia que não volta e desembrulho a vida cheia de raiva.

2 comentários:

ana s. pinheiro disse...

Bem, a "raiva" é propriedade minha!;))
- Que raiva!
Muito Bom:)

carlos pereira disse...

desembrulhar a raiva, às vezes, é penoso e difícil porque transportar o peso da raiva, todo o dia, cansa e exaure o corpo e a vontade

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